É como se tudo
fosse tão natural como a luz dos dias claros em meio ao verão...
Eu, e essa minha
mania de deixar parte de mim onde passo e ver as pessoas não saberem desenrolar
o que foi ensinado...
Eu, e minhas
manias de saber as razões e os porquês das coisas sem mesmo ter chegado a
acontecer...
Eu, e minhas
manias de sempre abrir essa boca quando tudo parece explodir dentro de mim e
confundir a cabeça de quem escuta “o vulcão em erupção”....
Eu, e essas minhas
manias de comparar as essências com almas e corações, que por muitas vezes são más
interpretadas e até zombadas por pequenos grãos de areia em meio à imensidão de
uma praia onde quem lê ou escuta se apaixona...
Eu, e minhas
manias de deixar o sentimento falar mais alto quando dentro de mim sufoca e por
diversas vezes sou compreendida com um desespero ensurdecedor de ter que tomar
decisões futuras no mesmo instante...
Eu, e essas manias
de querer fazer entender e poder compreender aqueles que atravessam essa minha
tão curta e desejada passagem por entre becos e ruas tão iguais e viciantes...
Eu, e essas minhas
manias de falar e escrever aquilo que se passa dentro dessa cabeça cheia e esse
coração, antes tão pulsante e hoje, tão sensato.
Precisa-se ter paciência
e saber combater o bom combate para um dia, ter algum êxito e seguir em frente
de cabeça erguida.
Uma coisa eu preciso
aprender, não deixar tanto de mim nas pessoas que ainda não sabem como lidar
com a minha ausência... E acreditar que, as que já passaram por isso, merecem
de fato, serem reverenciadas por mim ao longo dessa vida!

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