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terça-feira, 1 de março de 2011

O Despertar de uma Fênix

Ao abrir os olhos sempre vêem à cabeça aquela lista de coisas a serem feitas... Poderia deixar pra amanhã?! Não queria ter que pensar na possibilidade daquela responsabilidade diária que a cercava. Mas, porque será que passar mais de 30 minutos deitada na cama só pensando á faz melhor pra poder colocar o pé no chão? Quem ela é... o que ela fez até hoje... Pra onde ela está indo... São perguntas tão nítidas que por muitas vezes fazem com que ela de fato se levante e ande... As asas nem sempre podem ser desenroladas assim que os pés tocam ao chão, pois a angustia do dia passado sempre afeta no seu despertar...

Alimentar o corpo faz com que a alma siga em frente sem precisar da fraqueza da matéria. Então, por muitas vezes come alguma coisa... Pode ser de migalhas de pães ao lindo orvalho da manhã... Ela sempre pensa que poderia ser pior.

Não se olha no espelho antes de poder bater as asas e sentir a força daquelas que por muito tempo as foram tiradas por não poder merecer tão honesto e puro encantamento. E bater as mesmas a faz sentir viva, cheio de força e um grande poder de certa forma. Pois muitos tentam, mas pouco não ás conseguem!

O dia sempre começa muito calmo e cheio de realizações para uma vida inteira... No mais a alegria dura pouco... Ela tem que colocar na cabeça que o segredo a ronda bravamente e que não pode ser vivido de forma plena e clara... Afinal de contas ela foi feita pra despertar em tantos outros os sentimentos mais puros e sinceros, independente do bem e do mal. Seja ele o sentimento mais sujo ou o mais bonito e limpo. Ela só tem que despertar e voar. Voar para um lugar mais seguro do que o antes vivido e deixar que seus instintos a levem para onde o sol mais brilhar... O tempo não para...

Carrega nas asas a dor de muitos sentimentos e na calda um leve perfume de tantos amorés e paixões absorvidos da alma daqueles que já as conheceram.

O brilho dos seus olhos cegam, a brancura do seu bico encanta e a doçura de sua dança induz aqueles que por ela se depara na mais profunda lentidão de mistérios... Sabe dançar aquele que sabe voar... E nunca verá outro ritmo igual e por ela morrerá lentamente, nem que seja por um instante de pensamentos. Ela para sempre ficará em seus momentos...

Não sabe não chamar a atenção... Não sabe dizer que não... Não sabe o poder que a faz renascer.. Mas sabe do que é capaz e do que almeja para poder nas cinzas descansar. E no amanhecer de cada dia a busca da alma daqueles que um dia ousaram à transpassá-la... Que puderam de certa forma dançar aquela dança que só a ela cabia. Que só a ela foi dada e por mais ninguém passada para não haver colisão. E de fato nunca existiu, aquele que pudesse fazer que aquela que sempre nascia, pudesse fazer moradia no peito de quem a renascia pro mundo novo que surgia...

Ela sabe sair e entrar a cada situação por ela vivida e absorvida. Gosta das coisas claras e bem decididas para melhor vivenciá-las nos momentos de decisões.

Sabe sair de cabeça erguida e o coração puro. Não sabe negar aos seus próprios sentimentos e sempre tem razões maiores para todas as suas explicações...

Não gosta do incerto, nem das coisas duvidosas. Sabe onde cabe seus pensamentos e suas escolhas. Ela sabe voar!

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